Karatê, uma arte de guerra.
Por: Djalma Caribé de Castro Filho
Karatê, uma arte de guerra.
Diante o contexto histórico, podemos observar que as primeiras práticas do karatê surgiram em tempos de guerras onde soldados eram treinados para se defender sem as armas durante um combate. Da mesma forma, famílias também começaram a praticar em suas residencias como uma forma de se defender contra invasores, ladrões e qualquer um mal intencionado, já que naquela região (Okinawa/Japão) era proibido que as famílias comuns tivessem armas em casa.
Passando o período de guerra, há uma migração de mestres que aprenderam esta arte pelo mundo. E começaram a ensinar a outras pessoas fundando academias e associações.
Mas o combate e a guerra ainda estavam dentro de si. Precisava-se criar uma disputa para testar o potencial de cadas escola. Assim surgiram as competições, pequenas guerras entre escolas para mostrar quem é a melhor.
Neste mesmo tempo em que se desenvolve a esportividade do karatê, observa-se que a sua grande maioria de praticantes não se encaixa num perfil de atleta, não gostam e não querem o combate esportivo, preferem aprender a arte das mãos vazias como forma de defesa pessoal e modo de vida, praticando sem pretensões de se tornar campeão em torneios nem se tornarem professores.
E esse perfil perdura até os dias atuais. Grande parte dos praticantes não se preocupa em se tornar campeão de karatê e tão pouco instrutores. Assim, os professores atuais, em sua maioria são aqueles que foram competidores no passado.
"Ensinamos o que nós aprendemos"
Seguindo esta frase podemos dizer que há uma preocupação por parte dos professores atuais em formar campeões de torneios, isso para mostrar que o karatê que ensina funciona de verdade, uma verdadeira farsa. Escrevi meus pensamentos sobre a competição do karatê em outro artigo "O Karatê-dô e a competição de Karatê".
O verdadeiro instrutor de karatê é aquele que aprendeu e evoluiu como ser humano, aquele que é capaz de reconhecer as limitações do seu discípulo e o estimula para superar, aquele que ensina seu aluno a descobrir o caminho do karatê e os treina para a vida, sem julgar se ele não for campeão de karatê. Ainda existem muitos excelentes professores neste sentido.
O mais gratificante para o professor de karatê é saber que pôde contribuir muito com a formação do caráter de seus alunos, mostrando um caminho do bem, aonde o esforço próprio e o respeito acima de tudo os tornam pessoas uteis a sociedade.
Karatê continua e sempre continuará ser uma arte de guerra.
Porém a guerra atual é contra nosso maior inimigo, nós mesmos.
OSS!
Passando o período de guerra, há uma migração de mestres que aprenderam esta arte pelo mundo. E começaram a ensinar a outras pessoas fundando academias e associações.
Mas o combate e a guerra ainda estavam dentro de si. Precisava-se criar uma disputa para testar o potencial de cadas escola. Assim surgiram as competições, pequenas guerras entre escolas para mostrar quem é a melhor.
Neste mesmo tempo em que se desenvolve a esportividade do karatê, observa-se que a sua grande maioria de praticantes não se encaixa num perfil de atleta, não gostam e não querem o combate esportivo, preferem aprender a arte das mãos vazias como forma de defesa pessoal e modo de vida, praticando sem pretensões de se tornar campeão em torneios nem se tornarem professores.
E esse perfil perdura até os dias atuais. Grande parte dos praticantes não se preocupa em se tornar campeão de karatê e tão pouco instrutores. Assim, os professores atuais, em sua maioria são aqueles que foram competidores no passado.
"Ensinamos o que nós aprendemos"
Seguindo esta frase podemos dizer que há uma preocupação por parte dos professores atuais em formar campeões de torneios, isso para mostrar que o karatê que ensina funciona de verdade, uma verdadeira farsa. Escrevi meus pensamentos sobre a competição do karatê em outro artigo "O Karatê-dô e a competição de Karatê".
O verdadeiro instrutor de karatê é aquele que aprendeu e evoluiu como ser humano, aquele que é capaz de reconhecer as limitações do seu discípulo e o estimula para superar, aquele que ensina seu aluno a descobrir o caminho do karatê e os treina para a vida, sem julgar se ele não for campeão de karatê. Ainda existem muitos excelentes professores neste sentido.
O mais gratificante para o professor de karatê é saber que pôde contribuir muito com a formação do caráter de seus alunos, mostrando um caminho do bem, aonde o esforço próprio e o respeito acima de tudo os tornam pessoas uteis a sociedade.
Karatê continua e sempre continuará ser uma arte de guerra.
Porém a guerra atual é contra nosso maior inimigo, nós mesmos.
OSS!
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